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Fotogrametria dentária a partir do seu scanner intraoral: precisão onde a passividade é crítica com ioConnect

Fotogrametria dentária a partir do scanner intraoral em implantologia: a chave para a precisão nas reabilitações full-arch

A implantologia digital evoluiu significativamente nos últimos anos. No entanto, quando se trata de reabilitações completas sobre implantes (full-arch), a precisão continua a ser o fator determinante para alcançar resultados clínicos previsíveis e estruturas verdadeiramente passivas.

Neste contexto, ioConnect™ tornou-se uma das soluções mais fiáveis para garantir a exatidão na posição dos implantes. Hoje, graças à evolução do fluxo digital, essa precisão está acessível a partir do próprio scanner intraoral, através de soluções validadas cientificamente, como ioConnect™.

Por que a precisão é crítica na implantologia digital?

O que é a passividade protética e por que não admite erros

A passividade protética é a capacidade de uma estrutura suportada por implantes de se assentar sem gerar tensões internas. Em reabilitações completas, este conceito é fundamental para preservar a estabilidade biomecânica do conjunto implante–prótese–osso.

Qualquer desvio na posição tridimensional dos implantes pode resultar em:

  • Tensões nos parafusos, levando à sua fratura;
  • Deformações na estrutura, com possível perda de implantes por sobrecarga;
  • Sobrecarga peri-implantar
  • e complicações a médio e longo prazo.

Por isso, em full-arch, a precisão não é negociável.

Como pequenos desvios geram tensões clínicas e protéticas

Erros de apenas algumas mícrons podem parecer irrelevantes individualmente. O problema surge quando esses desvios se acumulam ao longo da arcada, causando uma perda de passividade que obriga ao encaixe forçado da estrutura.

Esse tipo de desajuste nem sempre é evidente no design digital, mas manifesta-se na clínica e no laboratório, aumentando os retrabalhos e reduzindo a previsibilidade do tratamento.

O desafio do escaneamento intraoral em arcadas completas

O stitching (sobreposição de imagens) como origem do erro acumulado

Os scanners intraorais funcionam através da junção progressiva de múltiplas capturas de imagem. Este processo, conhecido como stitching, é fiável em segmentos curtos, mas torna-se crítico em digitalizações de grande extensão, como nas reabilitações de arcada completa (full-arch).

Cada junção introduz um pequeno desvio geométrico. Quando esses desvios se somam, o resultado pode comprometer a precisão final do ficheiro STL.

Falta de referências geométricas estáveis

Em arcadas desdentadas ou parcialmente desdentadas, o scanner perde referências anatómicas estáveis. Isso obriga o sistema a interpretar a posição relativa dos implantes, aumentando a dependência do algoritmo e a probabilidade de erro.

Porque “ver bem” nem sempre é “medir bem”

Uma digitalização pode parecer visualmente correta e, mesmo assim, não representar com exatidão a posição real dos implantes. Na implantologia digital, a qualidade visual do STL não garante precisão geométrica, especialmente em reabilitações completas.

Fotogrametria dentária: o que é e o que realmente oferece?

Diferenças entre escaneamento convencional e fotogrametria

A fotogrametria dentária não procura reconstruir toda a superfície da arcada, mas sim definir com precisão a posição tridimensional dos implantes através de referências geométricas controladas.

Ao contrário do escaneamento convencional, que depende de stitching contínuo, a fotogrametria baseia-se em:

  • geometrias conhecidas,
  • referências rígidas,
  • validação matemática das posições.

O resultado é uma maior fiabilidade na captura dos dados implantários.

Precisão linear e angular aplicada ao full-arch

Em reabilitações full-arch, não importa apenas a distância entre implantes (precisão linear), mas também a sua orientação relativa (precisão angular). Um pequeno desvio angular pode impedir o assentamento passivo da estrutura, mesmo quando as distâncias parecem corretas.

A fotogrametria permite controlar ambos os parâmetros com mais precisão e reprodutibilidade.

O que diz a evidência científica? Um estudo da Dra. Marta Revilla-León

A fiabilidade de uma tecnologia deve basear-se em dados objetivos. No caso do ioConnect™, há evidência científica publicada que apoia o seu uso em escaneamentos implantários de arcada completa.

O estudo liderado pela Dra. Marta Revilla-León analisa a precisão de uma técnica de digitalização full-arch com ferulização não calibrada e orientação palatina, registada com diferentes scanners intraorais.

Comparação entre técnicas não ferulizadas e ferulizadas

Os resultados mostram diferenças significativas:

  • As técnicas não ferulizadas apresentam maiores discrepâncias.
  • A técnica ferulizada com ioConnect™ obtém melhor trueness e precisão, tanto em nível linear como angular.

Isto confirma que a técnica de escaneamento é tão determinante quanto o próprio scanner.

Resultados clinicamente aceitáveis em trueness e precisão

Os valores obtidos com ioConnect™ situam-se dentro dos intervalos considerados clinicamente aceitáveis para reabilitações completas, reduzindo o risco de falta de passividade e melhorando a previsibilidade do ajuste protético.

A evolução: fotogrametria a partir do scanner intraoral com ioConnect™

Tradicionalmente, a fotogrametria implicava equipamentos específicos, fluxos complexos e um investimento elevado. Hoje, soluções como ioConnect™ permitem aplicar os princípios da fotogrametria utilizando o scanner intraoral habitual, através de um kit específico e um software dedicado.

Isso facilita o acesso a uma maior precisão, sem alterar o fluxo clínico diário.

Redução da área de escaneamento como chave para a precisão

Um dos aspetos chave do sistema é a redução intencional da área de escaneamento. Ao focar-se exclusivamente na geometria hexagonal dos conectores:

  • minimiza-se o stitching,
  • reduz-se a propagação do erro,
  • obtém-se um STL mais fiável para o design protético.

Se quiser conhecer em detalhe o fluxo clínico e técnico completo, entra aqui e descubra ioConnect.

Perguntas frequentes sobre fotogrametria dentária em full-arch

¿Qué es la fotogrametría dental en implantología?

É uma técnica que permite definir com alta precisão a posição tridimensional dos implantes, melhorando a passividade protética em reabilitações implantossuportadas completas.

É uma técnica que permite definir com alta precisão a posição tridimensional dos implantes, melhorando a passividade protética em reabilitações implantossuportadas completas.

Porque depende do stitching de múltiplas imagens. Em arcadas completas, esse processo introduz erros acumulativos que podem comprometer a precisão final.

É necessário um sistema externo de fotogrametria para obter precisão?

Não. Atualmente, existem soluções como o ioConnect, que permitem aplicar fotogrametria a partir do próprio scanner intraoral, sem a necessidade de equipamentos dedicados externos.

A partir de quantos implantes é recomendável aplicar fotogrametria?

A partir de dois implantes já é recomendável validar a posição tridimensional para garantir a passividade protética, especialmente em restaurações implantossuportadas.

O uso do ioConnect está clinicamente validado?

Sim. Existem estudos científicos publicados que demonstram melhorias significativas em trueness e precision em comparação com técnicas não ferulizadas.

A implantologia full-arch exige precisão, controlo e previsibilidade. A evidência científica confirma que a técnica de captura de dados é determinante para alcançar estruturas passivas e resultados duradouros.

ioConnect™ não é uma promessa comercial, mas sim uma solução comprovada, acessível e desenhada para se integrar no fluxo digital clínico, permitindo trabalhar com dados fiáveis desde o início do tratamento.

Na Alpha-Bio Iberia, acompanhamos esta tecnologia com formação e suporte para que a sua implementação seja segura, progressiva e orientada a resultados.

Se procura dar um passo firme rumo a uma implantologia digital mais precisa e previsível, ioConnect™ está pronto para funcionar hoje e continuar a funcionar no futuro.